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sexta-feira, 18 de novembro de 2011
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Êxtase virtual

No teclado dos teus
seios
orgasmo por e-mail
digital,
vislumbro layout do teu
site
tuas coxas reluzem um
abismo:
suco de gemidos,sumo de laranjas
entre clics,arquivos,mega bites
dança rumina tua alma
explorer,
salivando links,espumando telas,
debulhando lírios.
lábios de vírus,fike,spam
batom
boca molhada cintilante
beijos itálicos,ne(gritos)
errantes
arrob@ de carícias
abraços hotmail,ponto com.
me aconchego na plumagem
do teu gozo
na tez desta nudez
incandescente,
embebido nas postagens
de afeto
me deleto nesta cama
virtual
no caps lock deste êxtase
cibernético.
Do livro:Cânticos Eróticos e Entrelaçados,Ed .usina de letras,Rio de Janeiro,2008.
Silêncios Sísmicos p/a uma amiga virtual

Desnudas tua alma
deitas
nesta cama de cremosos
labirintos
líricos,
tecida pelas mãos dos
teus olhos esverdeados
e métricos;
temperarei teu corpo
com molho de tempestades
lívidas
caldo com nuvens acesas
melodias
cítricas;
pedaços de madrugadas
aveludadas
e cálidas;
adornarei teu corpo
com fatias de mansos
lampejos,
pitadas de cheiro verde
e gozo
doses de carinhos
estéticos
desvendando teus lábios
achocolatados e céticos.
e quando o sol abrir
suas pálpebras
mágicas,
novamente,degustarei
teu corpo
numa bandeja de sussurros
rítmicos,
num forno de suspiros
atávicos;
esculpindo minha língua
nas linhas deste templo
cáustico,
fazendo do meu café
da manhã
escultura de verões
míticos
banquete de harpas
adormecidas
com beijos de silêncios
sísmicos.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Ainda
Publico-me numa noite
obscura
meu desejo de morar
nas sombras
farto de estribilho fatídico
farto de ser maltrapilho
pilho meus nervos
no ostracismo das paragens
farto de versos pedras
fértil de desconsolos oblíquos
traço lépidos labirintos entre
estorvos e miragens
ainda pouco ruminei
destroços
ainda pouco cortei
lábios
ainda pouco esqueci
medos
grávido de ceticismo
acendo cigarro final
parcos são meus sonhos
entre pesadelos
perco meus sonhos
entre lamacentos ceutauros
desisto de mim e me desencontro.
obscura
meu desejo de morar
nas sombras
farto de estribilho fatídico
farto de ser maltrapilho
pilho meus nervos
no ostracismo das paragens
farto de versos pedras
fértil de desconsolos oblíquos
traço lépidos labirintos entre
estorvos e miragens
ainda pouco ruminei
destroços
ainda pouco cortei
lábios
ainda pouco esqueci
medos
grávido de ceticismo
acendo cigarro final
parcos são meus sonhos
entre pesadelos
perco meus sonhos
entre lamacentos ceutauros
desisto de mim e me desencontro.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
FLEXA INSANA
ARTE DE Marcia Poesia de Sá
Corpo infinito efêmero
exala
hálito de manhãs
suadas
dilúvios de saladas
cítricas
recheios de versos
temporal de musgos
tece sussurros
movediços súbitos
adormeço untado de salivas
mântricas;
espumas roucas regojizos
múltiplos
éden de chocolate rítmico
doces de ninfas no apogeu
dos silvos;
me atravessa feito flecha
insana;
banha meus olhos
de vinhos tintos
brandos
como serpente de inusitado
assombro
me faz de sopa com gemidos
ilícitos
desvirtuando minha alma
cândida.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
नेगोसिंतेस दे alma

Negociantes de almas
Meu poema transpira
entre cristais e cactos
expelindo melancólico
ruído de mágoas ;
o espaço se diluiu
dentro do tempo,
um abismo
se ergueu entre meus olhos!
Clamo por um abraço
um olhar de cumplicidade
uma dança um compasso
estou só entre milhões
de sozinhos
ilhas de túmulos
solidão em dasalinho
há um certo fingimento
asfalto rígido,desolamento
caldo de pesadelos
abocanhando sonhos
enxurradas de medos
e carinhos tristonhos
Com está difícil cozinhar
um poema,meu Deus !
e permanecer vivo entre
negociantes de
almas!
Como está duro ornar
um poema,meu Deus!
e não sucumbir aflito
entre esses negociantes
da alma.
terça-feira, 2 de setembro de 2008
ESPELHOS
Que há no meu coração?
Jatos de horrores cíclicos;
oficina de almas enferrujadas?
Granizo,asmas e micoses;
avenidas de cirroses nuas
e cáusticas?
Dor corrosiva e culeiforme?
Luz mórbida e tormentas?
Semáfaros de lamas e silêncio
dose de acústica escuridão?
Não morra,ainda, poeta!No teu poema,há:
um abraço azul ;
risos de pipocas e lua doce;
taças de sorvete à milanesa;
crepúsculo por entre travesseiros
e anestésico de melão com framboesa
que dissolvem solidão e espantam sombras!
Jatos de horrores cíclicos;
oficina de almas enferrujadas?
Granizo,asmas e micoses;
avenidas de cirroses nuas
e cáusticas?
Dor corrosiva e culeiforme?
Luz mórbida e tormentas?
Semáfaros de lamas e silêncio
dose de acústica escuridão?
Não morra,ainda, poeta!No teu poema,há:
um abraço azul ;
risos de pipocas e lua doce;
taças de sorvete à milanesa;
crepúsculo por entre travesseiros
e anestésico de melão com framboesa
que dissolvem solidão e espantam sombras!
FORNALHA

Entre olhos fustigantes,trafegas,
parece uma garça de veludo e silêncio;
tens olhos de vagalumes
um riso de lavas hercúleas
e um jeito levemente aceso
de domar o mundo com frescor ,ternura
e abraços de hortelã;
Entre metáforas e verbos ardentes
fico imaginando teu corpo
numa taça de vinho e arrebol,
desejando tomá-la
num gole ecumênico!
Quando passas saborosa
e saliente
exalas um cheiro de lençóis
fadigados:
fazendo cócegas líricas
com essas coxas de espelhos
nos lábios ofegantes do meu poema.
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