From Crackle:
LABORATÓRIO POÉTICO(PROF.SEBAH)Quase todos os poemas postados estão em fase de experimentação
http://www.sebafla.prosaeverso.net
sexta-feira, 20 de abril de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Êxtase virtual

No teclado dos teus
seios
orgasmo por e-mail
digital,
vislumbro layout do teu
site
tuas coxas reluzem um
abismo:
suco de gemidos,sumo de laranjas
entre clics,arquivos,mega bites
dança rumina tua alma
explorer,
salivando links,espumando telas,
debulhando lírios.
lábios de vírus,fike,spam
batom
boca molhada cintilante
beijos itálicos,ne(gritos)
errantes
arrob@ de carícias
abraços hotmail,ponto com.
me aconchego na plumagem
do teu gozo
na tez desta nudez
incandescente,
embebido nas postagens
de afeto
me deleto nesta cama
virtual
no caps lock deste êxtase
cibernético.
Do livro:Cânticos Eróticos e Entrelaçados,Ed .usina de letras,Rio de Janeiro,2008.
Silêncios Sísmicos p/a uma amiga virtual

Desnudas tua alma
deitas
nesta cama de cremosos
labirintos
líricos,
tecida pelas mãos dos
teus olhos esverdeados
e métricos;
temperarei teu corpo
com molho de tempestades
lívidas
caldo com nuvens acesas
melodias
cítricas;
pedaços de madrugadas
aveludadas
e cálidas;
adornarei teu corpo
com fatias de mansos
lampejos,
pitadas de cheiro verde
e gozo
doses de carinhos
estéticos
desvendando teus lábios
achocolatados e céticos.
e quando o sol abrir
suas pálpebras
mágicas,
novamente,degustarei
teu corpo
numa bandeja de sussurros
rítmicos,
num forno de suspiros
atávicos;
esculpindo minha língua
nas linhas deste templo
cáustico,
fazendo do meu café
da manhã
escultura de verões
míticos
banquete de harpas
adormecidas
com beijos de silêncios
sísmicos.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Ainda
Publico-me numa noite
obscura
meu desejo de morar
nas sombras
farto de estribilho fatídico
farto de ser maltrapilho
pilho meus nervos
no ostracismo das paragens
farto de versos pedras
fértil de desconsolos oblíquos
traço lépidos labirintos entre
estorvos e miragens
ainda pouco ruminei
destroços
ainda pouco cortei
lábios
ainda pouco esqueci
medos
grávido de ceticismo
acendo cigarro final
parcos são meus sonhos
entre pesadelos
perco meus sonhos
entre lamacentos ceutauros
desisto de mim e me desencontro.
obscura
meu desejo de morar
nas sombras
farto de estribilho fatídico
farto de ser maltrapilho
pilho meus nervos
no ostracismo das paragens
farto de versos pedras
fértil de desconsolos oblíquos
traço lépidos labirintos entre
estorvos e miragens
ainda pouco ruminei
destroços
ainda pouco cortei
lábios
ainda pouco esqueci
medos
grávido de ceticismo
acendo cigarro final
parcos são meus sonhos
entre pesadelos
perco meus sonhos
entre lamacentos ceutauros
desisto de mim e me desencontro.
domingo, 13 de junho de 2010
sábado, 13 de fevereiro de 2010
FLEXA INSANA
ARTE DE Marcia Poesia de Sá
Corpo infinito efêmero
exala
hálito de manhãs
suadas
dilúvios de saladas
cítricas
recheios de versos
temporal de musgos
tece sussurros
movediços súbitos
adormeço untado de salivas
mântricas;
espumas roucas regojizos
múltiplos
éden de chocolate rítmico
doces de ninfas no apogeu
dos silvos;
me atravessa feito flecha
insana;
banha meus olhos
de vinhos tintos
brandos
como serpente de inusitado
assombro
me faz de sopa com gemidos
ilícitos
desvirtuando minha alma
cândida.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
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